terça-feira, 2 de maio de 2017

CRMPR RASGA E PISOTEIA CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA , AO JULGAR MÉDICO NEGLIGENTE NO CASO JONATHAN



CRMPR RASGA E PISOTEIA CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA , AO JULGAR MÉDICO NEGLIGENTE NO  CASO JONATHAN

Infelizmente amargamos o mesmo sentimento de revolta e indignação de tantos pais espalhados por este País. Hoje não sou vitima de um médico, mas, de uma quadrilha.
O que aconteceu em Curitiba, foi degradante. Não houve. Julgamento, foi apenas o anuncio fabricado e forjado da conivência de colegas médicos em defesa da má conduta profissional do médico que "assassinou" meu filho.
A impressão que me deu, foi de que é um bando com credenciais pra matar, mutilar e disseminar: dor, sofrimento, desespero e indignação da familia paranaense. A câmara composta por aproximadamente 12 médicos, maioria de professores ou formados pela Universidade Federal do Paraná, mesma onde estudou o Edson, que causou todo dano, portanto, coleguinhas, seguiram o relatório da vergonha, desfaçatez e inconsistência. Deixaram de lado a lisura, transparencia e da honestidade. Aproveitaram do Processo somente o que desejaram a favor e da defesa do sr Edson. Rasgaram e Pisaram no CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA. Desrespeitaram o principio da vida. Não só do meu filho, mas, de toda a familia Paranaense. O resultado da absolvição ja estava pronto mesmo antes de iniciar a apresentação circense da leitura do tal relatório e dos discursos.
Em nenhum momento vestiram a camisa do Código discutindo protocolo e conduta do Sr Edson. Isso se constituiu num flagrante delito infracional, pior do que o ocorrido na má prestação do serviço que causou danos irreparáveis a mim e minha familia. Um membro professor da UFPR e Ginecologista, revisor do tal relatório, gritou escancaradamente que pratica os mesmos comportamentos do Sr Edson. Faz plantão sozinho e dirige a parte clinica de um hospital de Curitiba. Ora amigos, ao meu ver ele mata pacientes também e desrespeita o Código de Ética Medica.
Claro, o resultado vergonhosamente foi a absolvição do bandido CREDENCIADO PELO CRMPR pra cometer crimes e que condenou o meu filho a cadeira de rodas paralitico cego e surdo. Não deixaram minha cunhada médica participar da reunião sob o pretexto do sigilo processual. Ora nâo deixaram para facilitar a pratica da covardia do tal Dr corporativismo.
Digo a essa corja, não festejem ainda. Disse ao final da ReunIão, não curvaremos. Ingressaremos com recurso junto ao CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, pois ainda acredito que existe profissional sério na medicina deste País, e, após, ainda temos, se necessário,, o Superior Tribunal de Justiça e Galgaremos o Supremo.
Acredito que saindo da esfera medicina teremos um julgamento isento de corporativismo. e em defesa da vida, esse patrimônio maior garantido pela nossa Constituição Federal.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

NOTICIAS DO JONATHAN

NOTICIAS DO JONATHAN...
Amanhecemos hoje no Cesumar para realização de exame "BERA".
Na realidade uma sequência de atendimentos. Logo após tivemos o último dia de atividades do programa de Neurolinguística com o futuro Fonoaudiólogo ROSIVAN.
Como sempre, prestativo e atencioso nos surpreendeu com uma exposição dos trabalhos realizados durante os seus atendimentos.
Motivo que agradecemos empenhoradamente a sua dedicação e dos demais acadêmicos que acompanharam essa tarefa de atender ao nosso querido TUTU.
Logo mais às 14 horas ele tem Consulta com o Dr. Juliano Jorge, Pneumo e às 16 horas tem Fisio e Fono na ANPR.
Ele está bem e estamos cumprindo tabela dos atendimento médicos.
Atualmente, nosso querido filho é assistido por 25 profissionais médicos, Fisioterapeutas e Fonoudiólogos(as).
Na área jurídica estamos acompanhando a finalização de diversos processos. Ontem protocolamos Alegações finais no COREN-PR em processo movido contra as enfermeiras que acompanharam de forma negligente o trabalho de parto, numa afronta aos ditames da Ética profissional e com elevado grau de Violência Obstétrica e aos direitos da minha esposa Jacheline.
Estamos vigilantes ao andamento da Justiça.
Que Deus nos Acompanhe nessa jornada no sentido de valer os valores da vida e da dignidade.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

CASO JONATHAN – HISTÓRICO




CASO JONATHAN – HISTÓRICO

DOS FATOS:

“A vida é dom de Deus, jóia preciosa depositada
nas mãos dos pais com amor e carinho”

Na noite de 28 de março DE 2013, comparecemos a Associação/Hospital/Maternidade    nesta cidade de Maringá – Paraná, com objetivo de receber atendimento médico em razão da fase final de gestação.
Minha esposa estava entrando no primeiro dia da 40ª semana gestacional, por essa razão apresentava um quadro de pré-parto com fortes dores de contração.
Ressalte-se que fez todo o tratamento pré-natal na unidade sede da casa  de saúde hospitalar, através do denominado Plano SAMA – Saúde Maringá, consistente em convênio existente entre a Prefeitura do Município de Maringá e a Associação/Hospital/Maternidade, entidade dita “sem fins lucrativos ...???”
Destaco que eu sou titular beneficiário do Plano SAMA, tendo em vista à época ser funcionário Público Municipal, Matricula nº 5511 e hoje, aposentado, continuo como beneficiário do pacto jurídico financeiro firmado entre o ente público e a instituição privada.
Desse modo, tanto minha esposa – JACHELINE BATISTA PEREIRA SILVA, como meu filho – JONATHAN BATISTA LOURENÇO SILVA firmam-se como meus dependentes,  do referido convênio.
A título de informação, eu e minha esposa participamos nos limites da unidade hospitalar do Projeto Cegonha, voltado a orientação dos pais durante a gravidez, dispondo de 7 palestras com especialistas de várias áreas, visando o parto humanizado e ainda, com possibilidade de parto normal.
Por fazer parte de um projeto nacional de atendimento a saúde da mulher, especialmente durante sua gestação, dentro do conceito do parto humanizado fomos orientados e incentivados a realizar o parto normal, por ser mais saudável a mulher e a criança.
Também fomos orientados a seguir a unidade de saúde voltada ao atendimento da maternidade em caso de qualquer sintoma do parto, tais como dor, contração, secreção, rompimento da bolsa entre outros.
Realizamos todos os exames necessários ao acompanhamento da saúde de minha esposa e do bebê, empenhando todos os esforços para andamento regular da gravidez, com desenvolvimento sadio da criança.
Nesse sentido, na noite do dia 28 nos dirigimos a Maternidade e Hospital da Mulher.
Após os procedimentos de atendimento inicial na portaria do hospital, minha esposa foi encaminhada a consulta.
O referido médico verificou a regularidade da gravidez e que o coração do bebê estava normal, tendo dúvida em relação a idade gestacional, concluindo por conta própria que seria de 41 semanas e 2 dias.
O médico considerando o início dos trabalhos de parto, determinou a internação para observação, alegando nova análise após 3 horas.

DO PERÍODO PRÉ-PARTO
“ A maior ignorância do homem é tentar alterar a
natureza que provêm de Deus”

Como noticiado, com a determinação de internamento da minha esposa no interior da unidade hospitalar, adveio as fortes dores da contração fazendo com que andasse pelos corredores do hospital se contraindo e gritando com as intensas dores.
Entretanto, para nossa consternação e indignação, não houve qualquer atenção dos profissionais de plantão naquela noite, iniciando-se uma caminhada de dor que se prolonga até os dias atuais.
Diante do caos me dirigi as enfermeiras e pedi auxilio, indagando a necessidade de exames para verificar as condições da mãe e do bebê, o que foi ignorado pelas profissionais, limitando-se a afirmar que as dores eram normais do parto natural.
Mesmo com a resposta, procurei verificar a possibilidade de internamento particular, vislumbrando um melhor atendimento e atenção especial ao parto, mas sem êxito visto que segundo informações colhidas junto as atendentes da portaria do hospital, não havia vaga em quarto particular.
Ao contrário da prescrição e das normas procedimentais reguladoras do atendimento de mulheres em trabalho de parto, a parturiente ficou sem atendimento ou qualquer tipo de monitoramento no período do internamento, ultrapassando às três horas afirmadas pelo indigitado médico – sendo da 1:30 até 5:00 hrs.


Frisa-se que as únicas referências que recebemos no interior do hospital durante aquela noite traiçoeira foram ironias, insultos e afirmações atentatórias e humilhantes do corpo de enfermagem afirmando: “você quer parto normal, é corajosa”, “você quer parto normal, fica com sua dor”, “parto normal é coisa do SUS” entre outras expressões pejorativas.
Expressões atentatórias a dignidade humana e as vidas da minha esposa e da criança, foram expressas por brados repugnantes, baixos e vulgar, como uma enfermeira passando pela parturiente no corredor, vendo-a agachada apoiada por mim, deu risada e disse: “ah!!!... a gestante quer ter o filho de cócoras?????....” e “ Você vai caga o bebe no corredor...????”
Como em um filme de terror a postura inconveniente e irresponsável do corpo de enfermagem continuaram até efetivamente alcançarem seu intento, com a lesão aos direitos da genitora e especialmente da criança, conforme segue.
Continuando a sessão de crimes em face da dignidade da pessoa humana, empreendendo “tortura psicológica” e “Violência Obstétrica” em face da minha esposa, uma indigitada enfermeira de nome, demonstrando desprezo pela vida e desrespeito aos direitos da mulher adentrou a enfermaria nº 7, e, ao contrário de sua obrigação de atender, acompanhar e monitorar a parturiente e o bebê, apenas proferia em alto tom de que deveria fazer a cesária e não querer o parto normal, AFIRMANDO QUE DEVERIA TER PROCURADO O SUS, PARA FAZER O PARTO NORMAL, POIS O HOSPITAL É PARTICULAR E NÃO FAZ PARTO NORMAL.
(É necessário abrir um parênteses nesse ponto, pois as afirmações da “profissional da saúde”, foge dos princípios basilares da saúde, configurando escancarada colisão com o Programa Nacional de Atenção Especial a Saúde da Mulher, reiterados por várias ações governamentais de incentivo ao parto normal, por ser saudável a mulher e a criança, diminuindo os riscos a integridade física, psíquica e emocional.
De igual modo, é verdadeiro que a medicina mercantil, impõe as mulheres desse vasto país regras de violação do corpo da mulher e de seus anseios, sendo verídico que os profissionais da saúde de baixa qualificação colocam em risco a vida da mãe e do bebê, alcançando o país patamares inadmissíveis de morte materna e de recém – nascidos, pela ideologia da realização de inúmeras cesárias, sem uma razão com fundamento em parecer técnico que indique o risco da espera do desenvolvimento do parto natural.)
Observe-se que mesmo vendo os gritos e dores, a profissional não se sensibilizou e muito menos honrou sua função, pois deveria realizar procedimentos para verificar o andamento e desenvolvimento do pré-parto, com verificação do estado clínico da mãe e do bebê.
Em nenhum momento o corpo de enfermagem fez qualquer exame na minha esposa, muito menos no bebê, tais como verificar o coração da criança com sonar, tococardio, US Obstétrico entre outros, limitando-se a lançar dizeres contrários a vontade da mãe, enquanto pessoa humana e mulher.
As dores se intensificaram a cada momento levando minha esposa a afirmar que iria desmaiar em meio a gritos e o desespero, mas sem qualquer atenção do corpo clínico em plantão.
Em outras palavras: os profissionais ignoraram o quadro evolutivo do parto, sem atender, monitorar e acompanhar, considerando as dores frutos de contração, enquanto já se apontava para um estado clínico grave e sério.
Por volta das cinco horas, no dia 29.03, minha esposa pediu desesperada para chamar o médico e avaliar toda a situação.
O Médico adentrou o quarto acompanhado das  enfermeiras, se restringindo a fazer o exame chamado “toque”, verificando que estava com dilatação 4 e, tendo perguntado da necessidade de quanto deveria alcançar, este declarou que deveria alcançar 10. Garantindo que estava tudo indo muito bem e restava somente esperar, para realizar o parto normal.
 Frisa-se, no momento não fez qualquer procedimento para verificar a situação do bebê.
Após sua saída, por um lapso de 15 minutos a bolsa rompeu, mas contendo sangue, mecônio e demais excrementos aminióticos, indicando que a criança já estava em sofrimento fetal.
Nesse momento, fui pedir socorro no posto das enfermeiras com a imediata presença do médico.
Depois de alguns minutos o médico adentrou o quarto e verificou que necessitava fazer a cesária, afirmando que a criança já estava em sofrimento fetal.
Somente nesse momento adentrou o quarto a mesma enfermeira – a tal (que antes ecoava seu brado em face do parto normal) e com estetoscópio em mãos, resolveu por menos de um minuto cumprir o que seria sua sagrada missão de verificar a situação do bebê, seguindo a afirmação de que a criança já estava em sofrimento.
Logo em seguida, tais enfermeiras entregaram um roupão indicando a parturiente para tomar banho, mas sozinha sem apoio e ajuda das profissionais. Apenas eu ajudei e  a amparei.
Depois do banho minha esposa ficou deitada alguns minutos no leito hospitalar, mas gritando com a forte dor, vindo as enfermeiras apenas buscá-la para levar ao centro cirúrgico.
Entretanto, algo anormal e totalmente fora dos padrões previstos pelo Código de Ética profissional aconteceu nesse momento: A ENFERMEIRA AFIRMAVA PARA AS DEMAIS(Técnica e Auxiliar) QUE DEVERIA PASSAR NO POSTO DA ENFERMAGEM PARA TIRAR O ESMALTE DAS UNHAS DA PARTURIENTE E A ALIANÇA, demonstrando total desprezo pela vida e desrespeito ao bebê que já se encontrava em sofrimento fetal.
Com o quadro caótico, indaguei a profissional do que seria mais importante, a vida do meu filho ou o esmalte nas unhas...!!!
Diante da reação, as enfermeiras resolveram levar minha esposa ao centro cirúrgico, mas ao passarem pelo posto de enfermagem pararam a maca no intento de pegar acetona. Nesse momento tomei pela maca e a conduzi ao Centro Cirúrgico .
Detalhe importante: o médico em plantão estava sozinho, sem apoio de outro profissional, estando no centro cirúrgico realizando cesária em outra paciente, somente após esse procedimento poderia fazer a operação para retirada do RN.
Mesmo com esse grave quadro, no centro cirúrgico minha esposa foi preparada para a cesária, levando pelo menos 1 (uma) hora e 30 minutos para o médico vir realizar a intervenção cirúrgica.

DAS CONSEQUÊNCIAS

“O sonho mais belo de Deus por alguns momentos se silenciou”

Quando da efetiva realização da intervenção cirúrgica, o menor - JONATHAN LOURENÇO BATISTA SILVA - nasceu “morto”, sendo ressuscitado pela pediatra de plantão de nome Talita, juntamente com o Anestesista de nome Ricardo e após, com outros profissionais da área de pediatria, mantendo-se sob cuidados médicos na UTI - Unidade de Terapia Intensiva NEO - PEDIÁTRICO – por 76 dias.
Depois do terror vivido na noite, o médico alegou que a razão do evento criminoso foi o descolamento de placenta havido no ambiente hospitalar, ou seja, durante as contrações, fazendo assento dessa declaração no “prontuário” da ex-parturiente.

“As lesões em seu cérebro, apontadas em ultrassonografia, tomografia e ressonância,  consubstanciam Encefalopatia Hipoxia Isquêmica evoluindo para Encefalomálacia cística, o que comprometeu o desenvolvimento regular de Jonathan.

Nesse sentido é o Laudo Neurológico assente pela Dra. NEUROPEDIATRA
HMA: PACIENTE COM HISTÓRIA DE TER NASCIDO À TERMO, 40 SEMANAS, EM PARADA CARDIO RESPIRATÓRIA, APGAR 0/3, SENDO REANIMADO DURANTE 30 MINUTOS, EVOLUINDO COM CRISES CONVULSIVAS, ATUALMENTE CONTROLADAS COM FENOBARBITAL E CONTINUA EM TRATAMENTO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA, SENDO REALIZADO GASTROSTOMIA E TRAQUEOSTOMIA, DEVIDO AO COMPROMETIMENTO NEUROLÓGICO.


Nesse contexto, após vários procedimentos médicos, exames e pareceres de especialistas, concluiu-se pela necessidade de longo período de tratamento com neurologista, fisioterapeuta, fonoaudiológa entre outros, para sua recuperação, visando a restauração de funções primordiais a sua sobrevivência, totalmente comprometidas com o evento danoso.
Os profissionais da pediatria apontaram a necessidade de continuidade do tratamento quando da alta da UTI – Neo Pediátrica e hospitalar com o denominado Home Care, constituído pelo atendimento domiciliar de profissionais e disposição de equipamentos tais como respirador, aspirador, inalador, oxímetro entre outros.
Para garantir o atendimento de Home Care, bem como toda a assistência a saúde do pequeno Jonathan, promovemos Ação Cautelar Inominada, sendo distribuída a 5ª Vara Cível do Foro Central da Comarca de Maringá.
O juízo deferiu a medida liminar em 19/06/2013 para garantir a assistência ao menor enquanto o fato danoso estiver em discussão em autos de ação ordinária.
Óbviamente que a unidade mercantil hospitalar recorreu ao TJ/PR, sendo confirmada a decisão de 1º grau confirmando a obrigação de prestar assistência integral ao menor.
A partir desse momento a casa de saúde passou a dispor de expedientes inconvenientes e ilegais em face do menor e de seus pais, como ato de retaliação ao êxito da medida judicial.
Mas o pior estava por vir.
Como noticiado o juízo da 5ª Vara Cível do foro Central da Comarca de Maringá, determinou ao Associação/Hospital a manutenção de toda a assistência a saúde do menor, sendo que essa decisão foi confirmada pelo Egrégio Tribunal de Justiça.
Em total afronta e desafiando a ordem judicial emanada do juízo confirmada pelo juízo de 2º grau, a casa de saúde usando do atendimento do menor através da médica – Pediátrica utilizou-se de métodos ardilosos e inconvenientes, para desincumbir-se de sua obrigação judicial.
Na ocasião – 29.07.2013 - os pais de Jonathan levaram o menor para uma consulta de rotina nos limites da unidade hospitalar, sendo informado pela médica que iria interná-lo para realização de exames e uma avaliação clínica geral do menor.
Surpresos com a conduta da profissional da medicina, os pais aceitaram a indicação, pois haveria a avaliação das condições de saúde da criança.
Entretanto, no findar do dia 30 de julho de 2013, foram surpreendidos pela médica informando que daria alta do Home Care ao menor em virtude da determinação da diretoria da instituição de saúde, inclusive alegou que estava sendo pressionada para assinar documentos irreais sobre o estado de saúde do pequeno Jonathan.
Ao dar alta hospitalar e do Home Care, a profissional da medicina, ao mesmo tempo que informava da desnecessidade de assistência do menor pela unidade mercantil de saúde, emitiu documentos direcionados ao Sistema Único de Saúde para que o órgão público viesse a substituir o Associação/Hospital  no atendimento a saúde do menor.
Por outro lado, com a materialização do evento danoso, a enfermeira fraudou o prontuário, juntamente com o médico e outra profissional técnica de enfermagem, fazendo assento de informação inverídica de que tivesse atendido a mãe, demonstrando claro intento de lesar, tanto o RN quanto seus pais, tal fato já se encontra em processo de investigação criminal.

Diante das constantes ações em face da vida do menor e da demora em dar efetividade a decisão judicial, considerando-se que a demora no atendimento a saúde de Jonathan poderia agravar suas frágeis condições de saúde, buscamos várias alternativas.
Dentre as medidas tomadas foi o atendimento do menor através do Sistema Único de Saúde, do qual foi determinada assistência na Associação Norte Paranaense de Reabilitação com acompanhamento de equipe multidisciplinar, dentre os quais fisioterapeuta e fonoaudióloga.
Ao mesmo tempo os profissionais do Programa de Saúde da Família  passaram a realizar visitas, pois o menor nasceu com Apgar 0-3, sendo considerado pelo programa de proteção materno/infantil uma criança em situação de risco, necessitando de monitoramente criterioso pelos órgãos públicos.
Outra providência implementada pelos genitores foi o contrato de prestação de saúde com a Santa Casa de Misericórdia de Maringá, onde é ofertado atendimento ao menor por vários especialistas como Pediatra, Neuropediatra, Pneumologista, Gastro-cirurgião, Otorrinolaringologista,  Urologista, Nefrologista, Cardiologista, Fonoaudiólogas entre outros, além de Ortopedista, Oftalmologista, Dentista,  e Fisioterapeutas contratados por nós, bem como exames de acompanhamento permanente.


JONAS LOURENÇO SILVA

quinta-feira, 23 de junho de 2016

INACREDITÁVEL... PROVA DE QUE ASSOCIAÇÃO/HOSPITAL QUEREM NOS CALAR, CENSURAR E AMORDAÇAR.



 JONAS LOURENÇO SILVA

INACREDITÁVEL... PROVA DE QUE ASSOCIAÇÃO/HOSPITAL QUEREM NOS CALAR, CENSURAR E AMORDAÇAR.
Ainda estou tomado pela emoção de uma audiência imprestável. Defesa desconhece processos movidos por nós no CASO JONATHAN: QUESTÃO DE JUSTIÇA. Estão implicando com a Camiseta que uso, com os carros que utilizo, com as postagens que faço divulgando a verdade dos fatos.
Caros Senhores Advogados leiam os processos existentes no CASO JONATHAN, é no mínimo vergonhoso o que aconteceu pela segunda vez. Na Audiência da Ação Ordinária os defensores não sabiam que o médico já era réu em Ação Criminal por denuncia de Lesão Corporal Grave, Que já respondia em Processo Disciplinar no CRM-PR e que as Enfermeiras já respondiam processo Disciplinar junto o COREN-PR. Agora o defensor de hoje da Associação/Hospital desconhecia que a entidade hospitalar encontra-se em desobediência Civil desde junho de 2013. Que nunca nos procuraram para ajudar a socorrer nosso Filho, nos abandonando a própria sorte. Nos retalhando desde o provimento da Cautelar Inominada despachada pelo Meritíssimo Juiz Substituto à época da 5ª Vara Cível de Maringá. Portanto, ao meu ver, a Associação/Hospital não tem moral para questionar nosso comportamento.
Nosso sofrimento vem há 3 anos e três meses, aproximadamente. Convivemos com o pesadelo de que nosso filho por consequência do que sofreu nas dependências do Hospital/Maternidade pode ter morte súbita, conforme declaração dos médicos e demais profissionais que nos atende.
Me ressoa ainda aos ouvidos... Caro Doutor Advogado “ o que significa que o Hospital pode nos apertar... ? Devemos entender isso como ameaça grave...?. Corremos risco de vida...? Poderia o Senhor ser mais claro...?
Quando eu fazia minha justificativa do porque da não composição, o Senhor interferiu sob alegação de que nada tinha comprovação no Caso JONATHAN... Por favor, conheça o CASO JONATHAN por inteiro. Quando lhe perguntei se o Senhor sabia entender da dor de um pai que sofre o flagelo que vivenciamos, o senhor me respondeu que não tem filho.... Talvez seja por isso também que o Senhor não entendeu a interferência da minha esposa e mãe do JONATHAN. Do que ela também sofre no dia a dia. É lamentável, pois somente agora entendo suas investidas, inverdades constantes dos processos, o porque das inépcias e dos vícios. Tendo, inclusive, que refazer e ou complementar procedimentos de acordo com o exigido pelo Código Penal e Processual.
Acredito na lisura e profissionalismo dos senhores defensores da ASSOCIAÇÃO/HOSPITAL, mas, infelizmente estão mal informados por alguém que quer nos calar, Censurar e Amordaçar a todo Custo. Os representantes da ASSOCIAÇÃO/HOSPITAL, ficam a deriva sem saber o que aconteceu e do que estamos falando nas audiências, sem entenderem nada.
Nosso grito é de desespero, de Socorro por JUSTIÇA SENHORES. Há pouco tempo ouvi um Emérito Juiz dizer em rede nacional que a Lei existe para todos e a JUSTIÇA tem que ser plena e criteriosa no principio da verdade dos fatos. NOSSA LUTA VAI CONTINUAR SOB A ÉGIDE DE DEUS e de SANTA RITA DE CÁSSIA.